NOVA METODOLOGIA DO TCU IDENTIFICA OBRAS PRIORITÁRIAS PARA ALOCAÇÃO DE RECURSOS PARA SEREM CONCLUÍDAS
Publicou na página eletrônica do Tribunal de Contas da União (TCU) notícia do julgamento do Acórdão 2903/2026 – Plenário, Processo: TC 018.148/2025-5, em que o Colendo Tribunal identificou dez obras rodoviárias prioritárias que precisam de cerca de R$ 520 milhões para serem concluídas até o final de 2027.
Vejamos parte da notícia divulgada sobre a metodolologia utilizada pelo TCU para indicar obras que devem ser priorizadas na alocação de recursos para sua finalização.
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Obras consideradas prioritárias
A seleção das 10 obras em rodovias que devem ser priorizadas é resultado de nova metodologia desenvolvida pelo TCU para ampliar o enfoque da fiscalização. A lista reúne os empreendimentos sem recursos suficientes para serem concluídos e com possibilidade concreta de término até o final de 2027. A análise considera aspectos como impedimentos à retomada, qualidade e maturidade de cada obra.
Com a nova metodologia, além de identificar irregularidades e apontar problemas na aplicação dos recursos, o Tribunal passa a indicar empreendimentos que devem ser priorizados na distribuição dos investimentos. O ministro-relator do processo, Jhonatan de Jesus, destacou a importância da mudança. ‘Agora o TCU passa a informar também onde o dinheiro precisa ser aplicado. Indica obras importantes para a população e que já começaram, mas que andam devagar porque faltam recursos para concluí-las. Onde o dinheiro precisa ser aplicado? Identificar essas obras foi o que o Tribunal fez’, explicou.
As obras analisadas são de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O acesso a Porto Murtinho, na BR-267, em Mato Grosso do Sul, concentra a maior necessidade de recursos. São necessários quase R$ 280 milhões para que as obras sejam concluídas no próximo ano. Também estão incluídas a Ponte do Xingu, na BR-230, no Pará, que precisa de R$ 67,9 milhões, e o remanescente do Lote 1C da BR-319, no Amazonas, com necessidade de R$ 43,9 milhões
A proposta prevê a publicação e o monitoramento das prioridades, com incorporação da metodologia aos ciclos anuais de planejamento. O TCU também pretende avaliar a aplicação dos critérios a outras áreas, como saneamento, Saúde, Educação, recursos hídricos e mobilidade”.
Fonte: Secom/TCU
