Logo Fábio CardosoLogo
  • Home
  • Sobre
  • Direito Administrativo
  • Treinamento
  • Blog
CONTATO
  • Atendimento
    • (21) 3619-3779
    • Cel (21) 97590-9376
    • WHATSAPP
  • Envie sua mensagem
Home Blog A SOBERANIA DO BRASIL E O “ZELOTISMO” DO GOVERNO FEDERAL
13/07/2026
Fábio Cardoso
Artigos

A SOBERANIA DO BRASIL E O “ZELOTISMO” DO GOVERNO FEDERAL

Existe um ditado sábio do povo Celta que aborda o tempo não como algo linear e rígido, mas como uma jornada orgânica de experiência que diz o seguinte: “Sem o conhecimento do passado perderemos o futuro”. 

É exatamente o que está acontecendo com o Brasil na atualidade estando a atual crise política fomentando que os poderes da república tentem devorar um ao outro. As nuvens densas do caos que estão se formando têm cegado as elites nacionais sobre notórias lições de brasileiros gigantes que construíram colunas abissais de unidade nacional, liberdade e prosperidade para o povo brasileiro.

Dentre os brasileiros gigantes existem dois estadistas que temos o dever de rememorar o legado construído há mais de um século. Se a cidade de Brasília, que é o coração político do Brasil, tivesse a preocupação com a história de nossos heróis lá teriam estátuas de homenagem a José Bonifácio, o gênio e estadista que tornou realidade o Brasil uno, e D. Pedro II, o governante que foi fiel aos interesses do Brasil, deixando a marca de consolidação de um país continental e próspero.    

É notória a miopia política atual, especialmente se olharmos para luta de “correntes ideológicas” que está minando a soberania de interesses estratégicos para a defesa nacional do Brasil. A retórica da soberania esbarra na realidade da defesa.

A baderna de opiniões é enorme. Diria, gigante. Um caso que passou despercebido recentemente é ter o Congresso Nacional aprovado robusta verba orçamentária para modernização da defesa nacional e o Governo Federal, há menos de 2(dois) meses, remanejado bilhões de reais deste orçamento para outras áreas. Fato notório veiculado nas mídias sociais.

Aliás, tal proceder foi o mesmo praticado em junho de 2024, através do Decreto Federal 12.120, quando foram retirados mais de 600 milhões das Forças Armadas.

A verdade, nua e crua, é que o Governo Federal, tendo sido eleito com um discurso de pensamento a esquerda, tem enorme dificuldade de lidar com o fortalecimento e “empoderamento” das Forças Armadas Brasileiras, um setor tradicionalmente conservador.

Parece um verdadeiro paradoxo, dado que o Governo investe milhões de propaganda na mídia sobre soberania militar, mas ao retirar dotação orçamentária de importantes projetos de modernização dos meios militares, reduz a continuidade de êxito deste setor estratégico de defesa, aumenta a dependência de modernização dos meios militares e desmobiliza o pessoal qualificado como, por exemplo, àqueles empregados das empresas vinculadas a construção de modernos submarinos.  

Ora, sendo a debilidade da soberana militar brasileira palpável, com projetos de longo prazo que tiverem início há 10(dez) anos, o Governo Federal ao retirar robusta verba de modernização para as Forças Armadas dá um sinal preocupante para os empresários que investem no segmento de defesa nacional que tais projetos  – em andamento e outros a serem contratados – não contam com uma direção concreta e efetiva de um planejamento financeiro de pagamento.

É premente que países menos desenvolvidos escolham um lado da atual polarização, ou, que mantenham a neutralidade, desde que é claro tenham forças internas para tanto. Aqui leia-se Forças Armadas modernamente equipadas, treinadas e motivadas para a missão de defesa nacional. Cabe lembrar que alguns dos atuais projetos militares do Brasil contam com peças de origem norte americana.

A arrogância e a lei do mais forte parece que vão prevalecer nesta nova ordem mundial. O rugir dos tambores da ambição por territórios e riquezas minerais pode ser escutado por todo mundo. Hoje temos a cobiça por petróleo e minérios raros de outros países e territórios alheiros. O caso da Venezuela e da Groelândia é um exemplo.  

Dentro da bagunça que passa a ordem mundial optou o Governo Brasileiro resolveu “cutucar” os Estados Unidos e por colocar pimenta malagueta no tema na última semana com a declaração do Chanceler Brasileiro, servidor público com mais de 50 anos de serviços ao Itamaraty, que haveria risco de uma intervenção militar nos EUA no Brasil, numa atitude nitidamente “zelotista”.

Ora, tal declaração veiculada por nosso Ministro da Relações Exteriores, que mais parece uma declaração de um estudante de esquerda oriundo de um DCE, foi imediatamente repudiada pela Governo Americano sob o fundamento de tal tema nunca foi veiculado por aquele país.

Tudo indica pelas as ações tomadas na semana passada que o Governo Brasileiro escolheu seu lado “político” na nova ordem mundial, esquecendo as enormes fraquezas da indústria nacional (de defesa) e, também, que não terá o apoio dos países da América do Sul para uma eventual “solidariedade” de mercado latino-americano contra o manancial de pressão econômica que pode surgir 

Mas aqui está um grande contrassenso: como sustentar uma postura de enfrentamento contra a maior potência militar e econômica do mundo enquanto, ao mesmo tempo, se retira verba das nossas próprias Forças Armadas?

Ora, falar grosso no cenário internacional exige mais do que apenas discursos e palanques; exige respaldo estratégico e capacidade real de defesa. O corte de investimentos militares fragiliza o Brasil e transforma a dita “soberania” em uma promessa vazia. Sem investimento na nossa Defesa, a valentia contra o império não passa de ilusão.

Inegável que a posição de neutralidade seria mais recomendável ao Brasil, aliás, mais conveniente, mas, ao que parece, o confronto com a maior potência econômica e militar do mundo indica uma opção política-eleitoral.   

Evidente que sofreremos novas sanções econômicas e quem pagará o preço de certas declarações será o setor produtivo do Brasil e seus milhares de empregos.

Enfim, fica uma pergunta: quem vai resguardar o Brasil contra a capacidade de represálias atualmente existentes?

Portanto, urge que a sociedade brasileira, os empresários e a elite intelectual do Brasil, se vacine rápido contra atos e pensamentos que querem esterilizar, ou impedir que sementes de liberdade, soberania e defesa da pátria lançadas há mais de um século ao solo nacional tenham o destino almejado.

#BRASIL # SOBERANIANACIONAL#DEFESANACIONAL#GEOPOLITICA#MILITARES
  • qr-code
TCU CONSIDERA IRREGULAR O CUSTEIO DE SEGURO DE VIDA EM GRUPO POR CONSELHOS PROFISSIONAIS FEDERAIS
  • Categorias

    • Artigos
    • Notícias
    • Quarta com Licitação
    • SAÚDE SUPLEMENTAR
    • Sexta no Cafezinho
Curso Defesa Jurídica em Ação de Improbidade Administrativa
Ícone Curso Defesa Jurídica em Ação de Improbidade Administrativa

Curso Defesa Jurídica em Ação de Improbidade Administrativa

Curso Defesa Jurídica em Ação de Improbidade Administrativa
Curso Dispensa e Inexigibilidade de Licitação
Ícone Curso Dispensa e Inexigibilidade de Licitação

Curso Dispensa e Inexigibilidade de Licitação

Curso Dispensa e Inexigibilidade de Licitação
Ícone do site Fábio Cardoso

© 2026 Fábio Cardoso|Niterói, RJ Criação de site por Visualmart

Atendimento via WHATSAPP

Logo Fábio Cardoso
Contatos
  • Atendimento
    • (21) 3619-3779
    • Cel (21) 97590-9376
    • WHATSAPP
  • Envie sua mensagem
  • Home
  • Sobre
  • Direito Administrativo
  • Treinamento
  • Blog
  • Contato

Envie sua mensagem